PROGRAMAÇÃO GERAL

Dia 25 - Terça-feira

8h - 9h - Credenciamento

Local: Auditório DGA

Obs: Teremos credenciamento também durante os cafés culturais do evento

 

FICA A DICA: Que tal trazer uma camiseta em tons claros e estampar nela o logo do evento? Customize sua camiseta durante a ESTAMPARIA EDICC 4 que irá ocorrer nesta manhã em frente ao Auditório DGA!

9h - 10h - Mesa de abertura:  RESISTÊNCIA - PERSPECTIVAS EM CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Local: Auditório DGA

 

Participantes:

 

  • Prof. Dr. Carlos Vogt é mestre em linguística geral e estilística do francês pela Universidade de Besançon, na França, e doutor em ciências pela Unicamp. É professor emérito da Unicamp e coordenador do Labjor/Unicamp. É diretor das revistas ComCiência e Pré-Univesp e presidente da Fundação Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp).

  • Prof. Dr. Rafael Evangelista é mestre em linguística e doutor em antropologia social pela Unicamp. É pesquisador do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri) e professor-coordenador do Mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/Unicamp).

  • Profa. Dra. Susana Oliveira Dias é licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Bahia (1995), mestre em Educação pela Unicamp (2002) e especialista em Jornalismo Científico pelo Labjor da Unicamp. Doutorado pela Faculdade de Educação da Unicamp, no grupo de pesquisas Humor Aquoso do Laboratório de Estudos Audiovisuais (OLHO). Aposta em experimentações por entre imagens, arte, mídias, comunicação, educação, filosofia e ciências tanto na pesquisa como na criação de artefatos artísticos.

10h - 10h30 - Café Cultural

Local: Auditório DGA

  • Exposição "Blog Tagarela - Duas focas fuçando a ‘biotéqui’ do Museu da Vida"

 

10h30 - 12h30 - Mesa-redonda:  CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ENGAJAMENTO SOCIAL E DIVERSIDADE CULTURAL

Local: Auditório DGA

Mediadora: Profa. Dra. Márcia M. Tait Lima

  • Prof. Dra. Lais Silveira Fraga é engenheira de alimentos, docente da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA-Unicamp), e pesquisadora do Grupo de Análise de Pesquisa de Inovação (GAPI/IG/Unicamp). Integra a Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá (REPOS) e a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Unicamp. Atua e pesquisa, principalmente, relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), os Estudos Feministas em Ciência e Tecnologia, Educação CTS, Autogestão e Educação Popular.

  • Prof. Dr. Pedro Fiori Arantes é arquiteto, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo(FAU-USP), e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Desde 1999, integra o coletivo USINA, entidade que presta assessoria técnica a movimentos sociais na área de habitação popular e reforma urbana. É autor de diversos artigos e livros sobre arquitetura, políticas públicas, tecnologia e cidades.  

  • Profa. Zilda Oliveira de Farias (Dida Farias) é pedagoga formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), professora da Educação Infantil há 22 anos, assessora pedagógica e uma das fundadoras da Rede de Apoio ao Povo Kariri-Xocó. Há seis anos, atua e frequenta a aldeia, localizada no município de Porto Real do Colégio, no estado do Alagoas.

Obs: Por motivos de saúde, infelizmente a convidada Thaís Brito teve que cancelar sua vinda.

12h30 - 13:30 - Almoço

13h30 - 15h - Sessões de Comunicações Orais: 

(Confira aqui o cronograma completo das comunicações e, aqui, o Caderno de Resumos)

 

15h - 15h30 - Café cultural

Local: Tenda

  • Banca da Ciência: Uma proposta de divulgação científica itinerante, lúdica e interativa.

 

15h30 - 17h - Sessões de Comunicações Orais

Confira aqui o cronograma completo das comunicações e, aqui, o Caderno de Resumos)

 

17h15 - 18:30 - Oficinas

Para se inscrever, basta procurar um(a) monitor(a) durante os cafés culturais do dia 25 (terça-feira), sendo que, ao todo, teremos 15 vagas para cada oficina!  

Divulgação científica através da peça musical Hamilton – possibilidades e limitações, com Lucas Mascarenhas de Miranda

Local: Sala de reuniões do Labjor

Sucesso na Broadway em 2015, Hamilton é um musical que canta a história do primeiro secretário do tesouro, e um dos fundadores, dos EUA – Alexander Hamilton. O objetivo dessa atividade é analisar como o teatro musical e o rap, que é a principal linguagem utilizada em Hamilton, podem colaborar para a divulgação científica e para o desenvolvimento de um senso de resistência (muito característico do rap e da história do protagonista). Os personagens presentes no musical Hamilton são figuras históricas importantes para a Independência dos EUA. Suas personalidades e feitos (que contribuíram para a construção da história americana) são muito bem retratados tanto através das letras, quanto na composição dos temas musicais e do estilo de canto de cada personagem. A resistência também está presente num nível anterior à narrativa. Com exceção do ator que interpreta o Rei George, nenhum outro é caucasiano. O elenco é composto por negros e imigrantes (principalmente latinos). E com o início do mandato do atual presidente Donald Trump, essa narrativa de resistência ganhou ainda mais significado. Na oficina, será discutido inicialmente um pouco sobre divulgação científica e sobre a história por trás do musical. Em seguida, os participantes serão divididos em pequenos grupos para que cada um analise uma música da peça (relativa a um personagem histórico). No final, cada grupo apresentará suas análises e discutiremos sobre o potencial de divulgação científica de Hamilton.

Jornalismo ambiental, com Fabrício Fonseca Ângelo

Local: Sala DGRN-A

 

Serão abordados a história do jornalismo ambiental no Brasil e no mundo, temas como água, mudanças climáticas e Amazônia, a pesquisa em jornalismo ambiental, o jornalismo ambiental nas redações, além de jornalismo ambiental e militância. O oficineiro é jornalista formado pela Universidade Federal de Alagoas com mestrado em Ciência Ambiental pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é Doutorando em Comunicação Social pela PUC-RJ com ênfase na temática Teorias do Jornalismo e Amazônia. Também é Assistente de Comunicação no Climate Policy Initiatives (CPI) do Núcleo Políticas Climáticas da PUC-RJ

Voz, corpo e resistência, com Luísa Burdelis

Local: Sala de aula do Labjor

A oficina passará por quatro momentos, um primeiro onde acharemos um corpo ativo para o canto, um segundo onde trabalharemos o saber ouvir, para então, em um terceiro momento podermos cantar, e aprendermos a buscar o caminho da voz colocada em nós mesmos. Em um último momento, juntando nosso corpo, nosso ouvir e nossa voz, cantaremos juntos, para que todas as vozes, juntas em uma só, possa criar força e potência para ser ouvida por todos.
 

Defesa pessoal, com Edgard Santos e Bruno Bresciani

Local: Anfiteatro da Praça da Paz

A oficina pretende ensinar golpes básicos de defesa pessoal a pessoas em situações de vulnerabilidade e de violência. O ensino dessas técnicas busca a superação de obstáculos mentais e físicos e a adquirir coragem e confiança para enfrentar possíveis situações de risco. Desse modo, ensinando formas de se defender em casos de violência, como tentativas de estupro e assédios. Sendo assim, mostrando a esses grupos vulneráveis táticas de resistir à violência que os cercam diariamente, por meio do uso da própria força e de objetos de uso diário.

Edição Especial EDICC 4

Resistência,

Insubmissão,

Educação!

Desde 2016, o Chopp ComCiência promove bate-papos informais entre cientistas e público fora do espaço acadêmico, sem jargão científico e sem o uso de ppt. Em uma edição especial para o EDICC4, o happy hour científico trará uma dose dupla com Josianne Francia Cerasoli e Mariana Miglionari Chaguri, ambas do Instituto de Filosofia de Ciências Humanas (IFCH - Unicamp). Em Resistência, Insubmissão, Educação!, o foco será descolado da resistência para a insubmissão enfatizando algumas possibilidades frente à promiscuidade público-privado nas políticas públicas de educação.

Clique  aqui  para mais informações.

Dia 26 - Quarta-feira

8h30 - 10h - Mesa-redonda: LINGUAGENS, ESPAÇO PÚBLICO E RESISTÊNCIAS

Local: Auditório IG

Mediadora: Profa. Dra. Cristiane Dias

  • Profa. Ms. Liliam Solá Santiago é cineasta, produtora cultural e professora universitária, com formação em História e Mestrado em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo (USP). Dirigiu os filmes “Família Alcântara” (com Daniel Santiago, 2005), “Balé de Pé no Chão – a dança afro de Mercedes Baptista” (com Marianna Monteiro, 2006) e “Graffiti” (2008). Em 2006, recebeu o Prêmio Zumbi dos Palmares - concedido pela Assembleia Legislativa de SP aos que se destacam por suas ações em defesa da promoção da igualdade racial no Estado de São Paulo.

  • Profa. Dra. Amanda Scherer é professora titular de Linguística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e professora da Graduação e da Pós-Graduação em Letras na mesma universidade. Possui graduação em Letras Francês, pela UFSM (1973). Graduada em Linguística Geral pela Université de Paris VIII – Vincennes, França (1978). Mestre e Doutora em Linguística, Semiótica e Comunicação pela Université de Franche-Comté, Besançon, França (CAPES 1988/1992). Foi professora convidada, em 2012, na França e na Espanha.

  • Profa. Dra. Greciely Cristina da Costa é graduada em Letras pela Universidade Estadual de Maringá, possui Mestrado e Doutorado em Linguística pela Unicamp. Durante seu doutoramento, realizou estágio de pesquisa na Université de Paris XIII, em Paris. É professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, da Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS) e coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Linguagem (NUPEL). Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Análise de Discurso, com pesquisas voltadas para as discursividades da imagem e para a análise de discursos sobre a violência e a criminalidade, e temas que envolvem a relação entre linguagem e sociedade.

 

 

10h - 10h30 - Café Cultural

Local: Tenda

  • Banca da Ciência: difusão científica por meio de artefatos lúdicos e de baixo custo

10h30 - 12h30 - Mesas-redondas:

(Duas mesas simultâneas para você escolher)

MULHERES, TECNOLOGIAS E RESISTÊNCIAS

Local: Auditório DGA

Mediadora: Profa. Dra. Marta Mourão Kanashiro

  • Carine Roos é consultora de comunicação e tecnologias digitais, possui especialização em Sistemas de Informação e é fellow em Gerenciamento e Inovação Social pela Amani Institute. Contribui com iniciativas que buscam a emancipação das mulheres pela tecnologia, como MariaLab, blog Faça Você Mesma no Link-Estadão, 33 Dias Sem Machismo, Cities for Everyone e UP[W]IT (Unlocking the Power of Women In Technology).

  • Profa. Dra. Julia Stateri  é doutora em Artes Visuais pela Unicamp, mestre em Educação, Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, fundadora da Oficina Lúdica, e coordenadora dos cursos de Pós-graduação em Gestão da Comunicação em Mídias e em Design Gráfico do Senac de Campinas. Junto ao Prof. Dr. Edson do Prado Pfutzenreuter, com o apoio do Instituto de Artes da Unicamp e da Extecamp, lançou o  Massive Open Online Course "A complexidade sensível: um paralelo entre videogames e arte" pela plataforma internacional Coursera.

  • Maria Rita Casagrande é graduada em Análise de Sistemas, pós-graduanda em Desenvolvimento de aplicações WEB e especialista em Wordpress, PHP e desenvolvimento responsivo. Coordena, desenvolve e atua em iniciativas voltadas às tecnologias, o feminismo negro e os direitos LGBT, como Blogueiras Negras, BNteen, Caixa Preta, Por Mais Mulheres, True Love Site, e Coletivo Audre Lorde.

  • Gabriela Surita é técnica de computação, graduanda em Engenharia de Computação na Unicamp, desenvolvedora de software na Loggi e consultora da Mozilla. Possui experiência em hardware criptográfico e engenharia de software. Também é feminista, transfeminista e militante do software livre.

AS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS COMO FORMAS DE RESISTÊNCIAS

Local: Auditório IG

Mediadora: Profa. Dra. Susana Oliveira Dias

  • Alessandra Ribeiro Martins tem formação acadêmica na área de Patrimônio Imaterial, Territórios de Matriz Africana, Representação e Identidade, Roteiro Afro e Cultura afro pela PUC-Campinas desde 2005, onde é formada em História e desenvolveu seu Trabalho de Conclusão de Curso sobre a manifestação do jongo e suas representações nas produções audiovisuais. É Doutora em Urbanismo pela mesma universidade, com a tese "Matriz Africana em Campinas: Territórios, Memória e Representação", e mestre em Urbanismo com a dissertação “Requalificação Urbana: A Fazenda Roseira e a Comunidade Jongo Dito Ribeiro”.

  • Fernanda Delvalhas Piccolo é Doutora em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006) e professora efetiva do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) desde 2009. Atua como tutora do grupo PET/Conexões de Saberes em Produção Cultural e coordenadora da pós-graduação em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação. Foi coordenadora do NEABI (Núcleo de Estudos e Pesquisas Afrobrasileiros e Indígenas) entre 2013 e 2017. Possui experiência em Sociologia e Antropologia, envolvendo-se em diversos temas, tais como: identidades, manifestações artísticas e Baixada Fluminense.

  • Hugo Canuto é formado em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), além de Ilustrador Freelancer, criador de histórias em Quadrinhos e Concept Artist em meios digitais e tradicionais. Em seus trabalhos, expressa a relação entre arte e mitologia de muitas maneiras, seja nas cidades imaginárias pintadas em murais do #NAPAREDE, na saga de fantasia épica A Canção de Mayrube e agora, por meio do projeto Contos de Òrun Àiyé - construído a partir dos Itan, as histórias contadas oralmente por séculos entre os povos Yorubás e seus descendentes.

12:30 - 13:30 - Almoço

13h30 - 15h - Sessões de Comunicações Orais

Confira aqui o cronograma completo das comunicações e, aqui, o Caderno de Resumos)

 

13h30 - 15h - Feira de Relatos de Experiências

Local: Auditório DGA

 

Mediador: Prof. Dr. Marko Monteiro 

Participantes:

  • André Amazonas | Traduzindo e divulgando Cultura e Ciência - Física de partículas em língua brasileira de sinais

  • Cláudia Pinho Anselmo de Lima | IYEZA: debates em torno de um caso de envenamento na capital do Império

 

  • Juliana Oshima Franco | AlmA Londrina Rádio Web - Comunicação, cultura e resistência

  • José Joaquín Lunazzi | Veja a luz como nunca viu

15h - 15h30 - Café cultural

Local: Auditório DGA

 

  • Troca de livros: Livros Livres 

  • Exposição Berimbau reciclável

15h30 - 17h - Mesa-redonda: ENFRENTAMENTO CONTRA-HEGEMÔNICO NO CAMPO DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E CULTURAL

Local: Auditório DGA

Mediador: Prof. Dr. Márcio Barreto  

Participantes: 

 

  • André Takahashi é sociólogo formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, e coordenador de projetos do observatório De Olho Nos Ruralistas. Passou por diversos movimentos e campanhas entre as quais se destacam a Campanha pela Democratização da Mídia, Movimento Passe Livre e Centro de Mídia Independente (CMI/Indymedia). 

  • Diego Vicentin é pesquisador associado ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e doutor em Sociologia pelo Instituto de Filosofia e Ciência Humanas (IFCH-Unicamp). Tem interesse em pesquisas que se concentram na relação entre tecnologia e política, especialmente no que diz respeito às novas tecnologias de informação e comunicação.

 

  • Spency Kmitta Pimentel  é jornalista, mestre e doutor em Antropologia pela Universidade de São Paulo (USP) e, atualmente, professor na Universidade Federal do Sul da Bahia. Como repórter, atuou, principalmente, na imprensa alternativa (Repórter Brasil, Pública, Desinformémonos, Caros Amigos, entre outros) e pública (Radiobras e Telesur).

O Quintal de Fulana e Melão quer mostrar que é possível dar uma segunda chance a objetos de plástico descartáveis, promovendo brincadeiras lúdicas e engraçadas: voar com um foguete, adubar uma plantinha com esterco de vaca, fazer chover com uma dança indígena… quem diria que, com objetos de plástico, tudo isso (e muito mais!) fosse possível acontecer em pleno picadeiro? No mundo imaginário em que vivem os palhaços Fulana de Tal e Melão Cólico, o fazer de conta passou a ser um jeito lúdico de mostrar a importância de se conhecer melhor o lixo que é produzido no dia a dia. A dupla de palhaços dá funções novas aos plásticos e os usam como objetos de cena para promover a reflexão sobre o reaproveitamento, provocando o encantamento na plateia por meio da surpresa, estimulando o imaginário da mesma, tal qual sua criatividade para "realizar obras de plástico” com aquilo que seria descartado.

www.oquintaldefulanaemelao.art.br

17h15 - 18h - Encerramento cultural

ESPETÁCULO "PLÁSTICO PRA TODA OBRA", da CIA DE PALHAÇARIA "O QUINTAL DE FULANA E MELÃO"

Local: Anfiteatro da Praça da Paz

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